Pesquisando a safra de milho

7 maio

As equipes do Circuito Tecnológico Etapa Milho visitam as fazendas de Mato Grosso para traçar um raio-x da safra de milho. De propriedade em propriedade, os donos ou gerentes são indagados sobre diversos temas relacionados às lavouras, como variedades usadas, tratamentos, plantas daninhas, estimativa de produção, entre outros. Além disso, os técnicos fazem uma avaliação in loco da lavoura, anotando tudo. No retorno, estes dados serão tabulados e mostrarão um perfil da safra no estado.

Circuito Tecnológico Milho

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Integração Lavoura Pecuária é prática em Rondonópolis

6 maio

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A Integração Lavoura-Pecuária promove a recuperação de áreas de pastagens degradadas agregando, na mesma propriedade, diferentes sistemas produtivos, como os de grãos, fibras e carne. Um exemplo disso é a Fazenda Guarita que faz consórcio de milho com brachiaria e brachiaria com soja em 800 hectares e 2.960 cabeças de gado de corte. Das duas mil hectares de milho de segunda safra, 60 ha foram utilizados para fazer silagem, que será consumido pelo gado na etapa final no confinamento. Outro exemplo é a Fazenda Verde que faz consórcio com soja e milho em aproximadamente 350 hectares, otimizando o sistema de produção. Essa prática busca melhorar a fertilidade do solo, permitindo a diversificação das atividades econômicas na propriedade e minimiza os riscos de frustração de renda por eventos climáticos ou até mesmo por condições de mercado.

Almoço na fazenda

6 maio

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Entre uma visita e outra a equipe vai se distanciando do município mais próximo, Rondonópolis. Voltar para a cidade para almoçar atrasaria toda programação. Então, quando rola uma refeição no capricho na fazenda é super bem vinda! Na terça (06), a equipe Sul almoçou na fazenda Ponte de Pedra, que participa do Programa Soja Plus. O programa tem como objetivo orientar o produtor rural quanto a saúde e segurança no trabalho, gestão ambiental e financeira da propriedade, buscando sempre a melhoria contínua e a qualidade de vida na fazenda.

CIR não traz baixa de preço como esperado!

6 maio

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No segundo dia de visitas às lavouras de milho, a equipe da região Sul visitou algumas propriedades do município de Rondonópolis. Produtores da região afirmaram que o Complexo Intermodal de Rondonópolis (CIR), inaugurado em agosto do ano passado, não trouxe melhorias em relação a preço para eles. “Pra nós (produtores) não melhorou nada, pode ser que tenha melhorado para as tradings, pois não há competitividade em relação ao frete ferroviário e o rodoviário. E o objetivo seria esse”, disse o produtor de Rondonópolis, Joel Strobel. E essa não diminuição no custo com o frete parece estar longe de acabar, já que o CIR e a ferrovia são da mesma empresa, a América Latina Logística (ALL). A concessão do serviço é de 99 anos, desde 2006.

Equipes percorrem mais de 1200 km no primeiro dia de expedição

6 maio

As equipes do Circuito Tecnológico Etapa Milho já cumpriram seu primeiro dia de viagem. Na região Oeste foram visitadas 14 propriedades em dois municípios, Campos de Júlio e Sapezal. Por lá, os produtores estão preocupados com a falta de chuva. Ela é necessária neste estágio para fechar o ciclo da lavoura de milho.

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No Leste, a equipe rodou pelos municípios de Nova Xavantina e Água Boa. Lá, os técnicos verificaram a presença de culturas que tem a função de recuperação de áreas, como o milheto e a crotalária. Também áreas de primeira safra sendo preparadas para a soja na safra 2014/15.

Já na primeira cidade visitada na região Sul, Alto Taquari, a equipe teve dificuldade de encontrar milho. Muitas áreas foram arrendadas para o plantio de cana-de-açúcar para a usina ETH. Em Alto Garças, duas realidades diferentes, um produtor rural contou que está saindo da atividade porque tem dificuldade em custear a safra e, em outra propriedade, o produtor estava com a lavoura em excelentes condições e boa produtividade, só aguardando a última chuva para fechar a safra.

Na região Norte, a equipe visitou propriedades de Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, percorrendo 291 quilômetros. Foram aplicados nove questionários e preenchidas dez boletas em treze fazendas. O Circuito Tecnológico Etapa Milho é realizado pela Aprosoja e Embrapa, com apoio do IMEA, patrocínio da Syngenta e Agroeste e parceria da Land Rover Caramori.

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Você sabe quantas espigas tem um pé de milho?

6 maio

Normalmente se tem uma espiga por pé. Isso depende muito também da densidade do plantio, ou seja, o espaçamento entre os pés. Quando o espaçamento é maior, acima de 0,60 cm, pode-se ter mais de uma espiga, pois o número de população de plantas é menor, tendo assim menos concorrência por nutrientes. Nos cultivares com alto potencial genético, atual produção, colhe-se uma espiga por pé, pois é entendido que é melhor ter uma espiga em potencial do que duas que podem não ser graúdas por causa da disputa de nutrientes. Nas propriedades visitadas em Alto Taquari e Alto Garças a média de espaçamento é de 0,45 cm.

Crotalária, mais do que belas flores!

6 maio

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No município de Alto Garças, região Sul, encontramos muitas lavouras com cotralária. A planta é uma leguminosa anual com crescimento rápido de ciclo vegetativo curto, variando entre 120 a 150 dias. E tem alto potencial de fixação de nitrogênio. Utilizada para cobertura de solo, adubo verde e para manejo de áreas com nematoides. Quem passa pela região fica encantado com os campos de flores amarela.